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Escotista paulista vive novas experiências como voluntária no Gilwell Park

18 de junho de 2019

por Samuel Sirianni

O Gilwell Park, localizado em Londres na Inglaterra, proporciona aos voluntários do Movimento Escoteiro de todo o mundo a oportunidade de conhecer o país que deu origem ao Escotismo, atuando na manutenção do parque e na realização de atividades para crianças e adolescentes.

A escotista Raíssa Ribeiro, do GE Ebenézer 44/SP, está desde agosto de 2018 em Londres, atuando no programa de voluntariado oferecido pelos escoteiros do Reino Unido. Ela conta um pouco de como é a sua rotina no Gilwell Park: “A gente dá todas as atividades (escaladas, atividades manuais como construir abrigo, fogueiras, orientação por mapa, lançamento de machados, arco e flecha, tiro com rifle, esgrima), faz toda a manutenção do parque (pintar, consertar, mover coisas), limpa os banheiros, as acomodações e atende os consumidores”.

Além de oferecer a vivência escoteira para novos jovens que visitam o parque em Londres, o programa proporciona o aprimoramento da língua inglesa para os voluntários que são de todas as partes do mundo e viajam para a Inglaterra em busca de novas experiências. “As pessoas acham que, para esse tipo de experiência, você precisa ser expert em inglês, mas a realidade é que esse tipo de programa é para aprimorarmos nossos conhecimentos e precisa ser mais divulgado”.

A decisão de sair do Brasil e viver em outro país a fez mudar o seu olhar sobre o mundo. Ela conta como é conviver com escoteiros de várias partes do mundo: “Eu acredito que essa foi a melhor decisão que fiz na minha vida. Sair da minha zona de conforto, aprender coisas novas, a dificuldade do choque de cultura, a experiência de viver em uma casa com 50 pessoas de mais de 10 nacionalidades diferentes, tudo parece um sonho!” E complementa “O mundo escoteiro é tão cheio de oportunidades e é tão aberto e propício para isso, precisamos aproveitar”.

Raíssa Ribeiro relata como se sente por ter entrado no Escotismo: “Eu sou muito grata por ter entrado no movimento escoteiro quando lobinha, porque, sem o Escotismo, eu não estaria onde estou hoje e acho que todo mundo deveria se arriscar a buscar coisas novas. Escotismo é minha vida, foi o que definiu minha personalidade, o que me encorajou a tentar coisas diferentes e que me fez conhecer pessoas incríveis nessa jornada”.

A escoteira retornará ao Brasil em julho. Para mais informações sobre o processo seletivo acesse: https://www.scoutadventures.org.uk/volunteer

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